Redação Adufrj

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As pesquisas que revelaram ao mundo o Cais do Valongo, na zona portuária do Rio, foram realizadas por um grupo de arqueólogos da universidade. “Uma pesquisa da UFRJ, com a chancela da instituição”, enfatiza a professora Tânia de Andrade Lima, do Museu Nacional, que liderou a equipe nas escavações.

Como se sabe, essa porta de entrada de africanos para a escravidão no Brasil foi reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em julho. O Cais do Valongo é o tema do vídeo da série UFRJ é 100, no ar nas redes sociais. O programa produzido pela Adufrj mostra a excelência da universidade em diversas áreas do conhecimento. A professora Gláucia Seni, arqueóloga da equipe de Tânia Andrade, diz que a descoberta do Cais do Valongo teve significado especial para os estudos da arqueologia da diáspora africana.

“Foram mais de duas mil contas de colares encontrados”, destaca. Mãe Celina, presidente do Centro Cultural Pequena África, convocada pela equipe da UFRJ para auxiliar na identificação das peças encontradas, se emociona. “Vivo um grande encontro como mulher negra e ativista cultural na região”.

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