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O Museu Nacional celebrou 208 anos de História, de Pesquisa e de Divulgação Científica com uma grande festa para a população que visitou a Quinta da Boa Vista, no último domingo (21). As tendas montadas na Alameda das Sapucaias encantaram o público com mostras do que é produzido por uma das instituições científicas mais antigas do país. As atividades começaram às 10h e a programação seguiu até as 16h.
Na parte de dentro do Palácio, há duas exposições: "Os Bastidores da Ciência" mostra as etapas da pesquisa dos professores e cientistas que atuam no Museu Nacional. "O Museu Nacional vive porque produzimos ciência. O incêndio destruiu muita coisa, mas o trabalho da nossa instituição continuou", afirmou a museóloga Thaís Mayumi.
As cinzas do Museu viraram obras de arte nas mãos do artista plástico Vick Muniz. Na exposição "Rescaldos das Memórias", quadros feitos com as cinzas e esculturas recriam peças perdidas e outras recuperadas nos escombros do incêndio que destruiu o Palácio em setembro de 2018. As peças estão instaladas na Sala das Vigas, onde o fogo começou.
Na porta do Museu, uma réplica do Oxalaia quilombensis, o maior dinossauro carnívoro descoberto no Brasil, deslumbra crianças e adultos de todas as idades. O dinossauro foi descoberto pelo professor Alexander Kellner, ex-diretor da unidade. A peça foi doada pelo Parque dos Dinos e seguirá em exibição até 30 de novembro, junto com as demais exposições no interior do prédio.
A matéria completa você encontra na próxima edição do Jornal da AdUFRJ.

? Alessandro Costa
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