A democracia está em jogo nas eleições de 2026. Com ela, todas as instituições vinculadas ao desenvolvimento soberano do nosso país correm risco diante do avanço da extrema direita no cenário político nacional.
Desde sua fundação em 1979, ainda durante a ditadura, é missão da ADUFRJ derrotar o autoritarismo e construir um país pautado na justiça social, na democracia e no desenvolvimento.
Com essa compreensão, o sindicato apoia a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e defende a necessidade de eleger uma bancada legislativa progressista. “O desafio atual é derrotar a extrema direita”, defende a professora Ligia Bahia, presidenta da ADUFRJ. “O projeto da extrema direita é a regressão a um passado idílico sem coletivo. Os alvos deles são as nossas instituições, são as universidades, porque nelas está o futuro. Para a extrema direita não interessa o futuro”, afirma a docente.
Em nome do compromisso com a democracia, o Jornal da ADUFRJ prepara a série “Recordar é votar (bem)” que compila dados e frases que nos lembram o que representou o governo Bolsonaro para as universidades federais, para a ciência e para o país.
Entre as frases do ex-presidente ou de integrantes de sua equipe, não poderia faltar a desastrosa “pérola” do pior ministro da Educação da história, Abraham Weintraub, em 2019: “Universidades, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estão fazendo balbúrdia.” Outro inesquecível é o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o mesmo que posou com toras ilegais e disse querer aproveitar a comoção em torno da covid para “passar a boiada” no afrouxamento das regras ambientais.
O pior de todos era o chefe, o presidente da República, o pai de Flávio, que, no meio da pandemia, simulou perversamente pessoas morrendo sem ar.
Não serão esquecidos. Votar bem é, antes de tudo, lembrar do passado para zelar pelo futuro.





