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bandeira adufrjEsta edição do Jornal da AdUFRJ abre espaço para algumas iniciativas do sindicato que buscam ampliar os serviços e o acolhimento aos filiados. Nossa matéria da página 3 trata de uma nova ofensiva a respeito de um tema que é preocupação constante da AdUFRJ e dos professores de nossa universidade: as progressões docentes. Em reunião nesta quarta-feira (26), o sindicato iniciou negociações com a nova pró-reitoria de Pessoal (PR-4) para alterar as resoluções do Consuni que prejudicam essas progressões. É um novo capítulo de uma novela que se arrasta há muitos anos.
Na reunião de quarta-feira, a diretoria entregou um requerimento à PR-4 no sentido de que a UFRJ reconheça os efeitos financeiros de cada avanço na carreira de forma correta, ou seja, a partir do exato momento em que o professor cumpra o interstício de 24 meses de trabalho e atinja a pontuação mínima necessária para o avanço. Isso ocorre muito antes da data da avaliação feita por uma comissão, como prevê a legislação atual, influenciada por pareceres emitidos pela Advocacia-Geral da União durante o nefasto governo Bolsonaro.
De acordo com o advogado Renan Teixeira, integrante do recém-contratado escritório Lindenmeyer Advocacia & Associados, os problemas com as progressões são os casos mais frequentes nos plantões jurídicos da AdUFRJ. “Há os que protocolam os pedidos na data correta, mas a comissão faz a avaliação 60, 90 ou 120 dias depois. Os docentes têm pouca ingerência sobre isso. E uma demora de dois ou três meses da avaliação atrasa também as próximas progressões”, pondera o advogado.
A nova assessoria jurídica do sindicato esteve presente à reunião com a PR-4 e tem aberto algumas frentes de atuação em favor dos sindicalizados. Uma dessas frentes de refere à vitória na Justiça em uma ação que reivindicava reajuste de 3,17% para docentes que trabalhavam na UFRJ entre janeiro de 1995 e dezembro de 2001. São dois mil professores beneficiados pela ação. Confira esta e outras frentes de atuação da nova assessoria jurídica em nossa matéria da página 7. Esse também será o tema principal de um encarte especial que o sindicato vai enviar a todos os filiados, por via postal, nos próximos dias.
Ao lado dessas iniciativas no campo jurídico, a AdUFRJ vem também buscando novas formas de atuação junto à sua base. Duas delas estão aqui nesta página. A primeira é a série de passeios histórico-culturais, iniciada em abril, uma iniciativa já de grande aceitação por parte dos docentes. Já foram feitas duas visitas guiadas à região da Pequena África, no Centro do Rio, e outras duas ao Real Gabinete Português de Leitura, também no Centro. A segunda é o curso de língua inglesa para os sindicalizados, uma demanda que partiu da própria base. Vamos avançar ainda mais, sempre tendo em mente que sindicato é luta, mas também é acolhimento.
Boa leitura!

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