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Adufrj-SSind visita o HUCFF

Em visita ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), diretores da Seção sindical veem uma emergência nova, mas subutilizada. Setor precisa de mais 70 profissionais para operar 24 horas por dia

Melhorias estão sendo feitas sem a presença da Ebserh

Silvana Sá. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Diretores da Adufrj-SSind, Cláudio Ribeiro, Luciano Coutinho e Romildo Bomfim visitaram a emergência do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) e áreas hoje vazias – algumas nunca acabadas — do prédio. O trajeto, na manhã de 14 de novembro, foi guiado pelo próprio diretor do HU, professor Eduardo Côrtes, e pelo chefe da Divisão de Engenharia da Unidade, Jairo Villas Boas. 

Quanto à emergência, a reportagem deste jornal e os diretores se depararam com 20 leitos (e uma área para isolamento respiratório) completamente vazios, macas novas e sem utilização. Apenas a sala de medicação possuía pacientes. De acordo com informações do diretor, a emergência funciona apenas durante o dia, com número reduzido de trabalhadores, para pacientes internados. À noite, não há profissionais. “É uma área em que hoje não há treinamento de estudantes”, reclamou Côrtes. Segundo ele, o setor de emergência necessitaria de 70 trabalhadores a mais do que possui hoje, entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, assistentes administrativos e assistentes sociais, para funcionar 24 horas.

“Se hoje eu tivesse gente suficiente, eu abriria a emergência, ela está pronta”, afirmou Eduardo Côrtes. Vale lembrar que a reforma do setor ocorreu sem a necessidade da instalação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). “Se um profissional de um centro de pesquisas infarta, precisará de pelo menos uma hora e meia para conseguir chegar a um hospital fora do Fundão. Essa é a realidade atual”, exemplificou. Atualmente, são feitos 600 atendimentos por mês na emergência, apenas de pacientes internos do hospital.

 

Veja mais fotos da visita da diretoria da Adufrj-SSind  ao Hospital Universitário

 

Cenário desolador

O sexto andar do HU é o mais precário de todos: está inteiramente inacabado. As alas A, B, C e D não foram finalizadas, continuam no esqueleto. O local virou depósito de materiais obsoletos. Lá estão equipamentos há pelo menos 30 anos. É preciso cuidado para circular pela área, pois o risco de pisar em falso e cair entre fossos é grande. O sétimo andar possui apenas duas das quatro alas em funcionamento; somente A e B. No oitavo andar, as alas A, B e D estão desativadas. Apenas a C funciona. 

A ala D, do nono andar, foi reformada na gestão do professor Amâncio Paulino de Carvalho, mas encontra-se completamente destruída. Ela termina com a parede até hoje aberta por conta da implosão da Ala Sul do HUCFF (ocorrida em dezembro de 2010). Lá, a reportágem observa o servidor Antônio José de Carvalho, há 26 anos lotado no HUCFF, aproveitando peças de antigos equipamentos: “Tenho que catar material aqui porque a gente não tem com o que trabalhar. Não chega equipamento novo, a gente tem que garimpar”, desabafou.


Ebserh afastada, projetos em andamento

Além dos R$ 9,4 milhões pagos, com recursos próprios, em 11 meses de gestão – dívida herdada do ex-diretor do HU, professor José Marcus Eulálio – o professor Eduardo Côrtes também sinaliza para projetos em fase de licitação e andamento: recuperação de enfermarias desativadas no décimo andar – a previsão é de entrega dessa área em dezembro; projeto para a adequação às normas do sistema de gás do hospital; reformas dos telhados; obras de estrutura do prédio, com complementação da parede de concreto que corta todo o prédio; projeto de colocação de uma parede de concreto para reequilibrar a estrutura do hospital (contraventamento), no local onde foi realizado o “corte” para a implosão da “perna seca”. Ao todo, são 12 licitações prontas. Somente para a construção dessa parede é estimado um gasto de R$ 2 milhões. “Esta obra é muito importante, porque o prédio pode balançar com ventos com mais de 120 km/h”, explicou o diretor.

Atualizado: há 2 horas atrás

Alguns dos registros da festa dos 35 anos da Adufrj-SSind, no Clube dos Marimbás, em Copacabana, na noite de 7 de novembro.

Veja mais fotos da festa


Objetivo é participar de edital do governo

Samantha Su. Estagiária e Redação

Foi realizado, no último dia 5, um primeiro encontro para discutir a proposta da UFRJ que irá concorrer ao edital “Mais Cultura nas Universidades 2014”, do governo federal. A iniciativa conjunta do MEC e do MinC vai distribuir valores entre R$ 500 mil e R$ 1,5 milhão para cada plano, que teria um prazo de execução de até dois anos, nas instituições. 

As propostas (que precisam ser enviadas até 10 de fevereiro de 2015) necessitam da aprovação de um comitê técnico formado por representantes dos próprios ministérios, da associação de reitores federais (Andifes) e pelo Conselho Nacional das Instituições Federais de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

Na atividade do dia 5, organizada pelo Fórum de Ciência e Cultura (FCC) no salão Pedro Calmon, os professores discutiram, entre outros assuntos, como compatibilizar a Política Cultural, Artística e de Difusão Científico-Cultural da universidade, aprovada em setembro deste ano no Consuni, com os eixos temáticos do edital do governo. 

Coordenador do Fórum, o professor Carlos Vainer destacou três pontos para a discussão: infraestrutura, formação e a comunicação. O tripé, segundo ele, é o que embasa os projetos culturais da universidade. 

De acordo com o documento do governo, entre os critérios de avaliação estão: o envolvimento do plano com populações de vulnerabilidade social, a valorização da diversidade cultural e o envolvimento da comunidade no entorno da instituição. Neste caso, Carlos Vainer lembrou que as atividades mais adequadas ao edital serão aquelas que pretendam envolver o maior número de pessoas e unidades e que consigam articular diversos eixos temáticos. 

Será montada uma rede de comunicação para cada tema. O objetivo é unir projetos que possam contemplar um mesmo eixo para tornar mais coesa a apresentação do plano.

Próximo encontro será dia 19

O próximo encontro para debater o assunto será em 19 de novembro pela manhã, no prédio da reitoria (auditório ainda não confirmado). “Queremos ser os mais abrangentes possíveis, sem perder o foco e levar em conta quais as questões centrais a partir das nossas dificuldades para não apenas atender o edital, mas nos contemplar. É preciso inovar, mas não queremos empreendedorismo, precisamos trabalhar na esfera do contra-mercado.” 

Entre os dias 17 e 18 de novembro, será realizado o seminário “Soberania Alimentar — Diálogos entre o campo e a cidade”, no Auditório da Escola de Serviço Social (campus da Praia Vermelha). O evento, que começa às 13h no primeiro dia, vai proporcionar debate sobre a produção e consumo de alimentos, estabelecendo elo fundamental entre soberania alimentar e soberania dos povos. 

Mais informações podem ser conseguidas pelos e-mails: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..


Funcionários aguardam transferência para módulos

Samantha Su. Estagiária e Redação

Todas as divisões da Superintendência Geral de Políticas Estudantis (SuperEst), com exceção da Divisão de Apoio ao Estudante (DAE), serão transferidas, em até 60 dias, para módulos habitacionais ao lado da sede do Sintufrj. Em janeiro de 2015, com a chegada de mais oito contêineres, a DAE também inicia seu deslocamento para lá. Enquanto a primeira parte da realocação não for efetuada, os servidores do órgão vão manter a suspensão, iniciada em 15 de outubro, de parte dos serviços de apoio aos alunos, informou Marilurde Donato (diretora da Divisão de Saúde do Estudante) à reportagem do Jornal da Adufrj.

Conforme já noticiado em edições anteriores deste jornal, os trabalhadores da SuperEst reivindicam: espaço adequado para trabalho, maior diálogo com as Unidades Acadêmicas (COAA — Comissão de Orientação e Acompanhamento Acadêmico — e secretarias), participação nas deliberações dos órgãos colegiados relativas à assistência estudantil e contratação de mais profissionais para a Superintendência.

O detalhamento da transferência para os módulos foi anunciado pelo reitor Carlos Levi em reunião com os funcionários da SuperEst no último dia 5. Além da questão de espaço, a reitoria resolveu formar uma comissão para estudar a política de Assistência Estudantil da UFRJ com participação de representantes da superintendência e do Conselho de Ensino de Graduação (CEG). Levi também mencionou a possibilidade de fazer um cartão corporativo para agilizar o pagamento de despesas da SuperEst.

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