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Vida de Professor,
por Diego Novaes

23 de outubro, Quinta-feira, 18 horas no Auditório da ESS
Seminário Público x Privado: a Previdência Social em questão
Palestrantes:
Raquel Varela e Renato Guedes
(A Sustentabilidade do Estado Social em Portugal)
José Miguel Bendrao Saldanha
23 de outubro
Quinta-feira
18 horas
Auditório da ESS
Praia Vermelha
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Diretor do Escritório Técnico da Universidade (ETU), Márcio Escobar confirma que restaurantes dos campi da Praia Vermelha e de Macaé serão feitos em contêineres
Ambos vão servir almoço e jantar
Filipe Galvão. Estagiário e Redação
Planta do pavimento térreo do restaurante. Estrutura terá dois andares. Imagem: ETU-UFRJAlunos da UFRJ reuniram-se no último dia 7 com o diretor do Escritório Técnico da Universidade, Márcio Escobar Conforte, para discutir as obras do restaurante universitário (RU) da Praia Vermelha. O projeto, conforme já antecipado pelo Jornal da Adufrj, é de uma estrutura montada por contêineres. O futuro bandejão da PV ficará colado à av. Venceslau Brás, entre o Instituto de Neurologia e o campo da Educação Física, no espaço hoje conhecido como “ruína”.
O custo dos restaurantes em contêineres ainda será definido em um pregão eletrônico (o mesmo que também vai dar início à construção de um outro bandejão-contêiner, idêntico, em Macaé), mas a estimativa de uma obra desse porte é de, pelo menos, R$ 2,5 milhões (cada). O valor corresponderia a cerca de 40% do total gasto em uma instalação com tijolos, vigas de aço e garantia de assistência a longo prazo. Segundo Escobar, os bandejões de contêiner podem durar, em média, 25 anos.
Vai ter janta
Diretora técnico-acadêmica do Sistema de Alimentação da UFRJ, a professora Lúcia Andrade confirmou à reportagem que, tanto em Macaé quanto na Praia Vermelha, os restaurantes servirão almoço e jantar. A capacidade de cada unidade por turno de três horas é de 1,2 mil pessoas atendidas. “Nós havíamos programado um número maior, mas, em virtude do custo e da demora, essa quantidade teve que ser revista”, diz Lúcia. “Por enquanto, a gente trabalha com a ideia de 1,2 mil refeições no almoço e 700 no jantar. E, se houver alteração, vai ser para mais, nunca para menos”, promete.
Alunos ligam contêineres ao Plano Diretor
“É claro que a gente tem necessidade do bandejão. Ele é definidor na permanência das pessoas aqui”, diz a aluna Júlia Bustamante, diretora de Intraestrutura do DCE Mário Prata. “Mas há falhas no projeto: o espaço é muito apertado”, pondera. Júlia afirma que a política de lançar mão de contêineres se insere no “projeto de não construir nada na PV”. É a mesma preocupação de Pedro Paiva, estudante de Comunicação Social. “O fato de a reitoria querer colocar um bandejão desmontável está ligado ao plano diretor da universidade aprovado em 2009 que propõe levar todos os cursos para o Fundão”, diz Pedro.
E a promessa do reitor?
O cronograma elaborado pelo Escritório Técnico da Universidade considera que a execução da obra ocorra em 210 dias, valendo desde 1º de outubro. Portanto, até o fim de abril do ano que vem. A partir daí, a UFRJ terá um prazo de mais 90 dias para aceitar a construção como pronta ou solicitar ajustes.
Só que, em uma atividade promovida pelo DCE no final de setembro, na própria PV, o reitor Carlos Levi comprometeu-se a construir o bandejão no lugar até o início do período 2015/1. Mesmo se o restaurante entrar em operação na melhor das hipóteses (em 210 dias), a promessa não deverá ser fielmente cumprida.
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