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EXPERIÊNCIA David ocupou diversos cargos na estrutura da UFJFNa reunião desta quinta-feira (20) do Conselho Pleno da Andifes, em Brasília, o ministro Camilo Santana anunciou o professor Marcus Vinicius David, ex-reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora e ex-presidente da associação de reitores, como o novo secretário de Educação Superior do MEC. Ele substitui o professor Alexandre Brasil, que assumirá uma diretoria na Secretaria Executiva do ministério.
“É ele (David) o nosso novo secretário. Ele terá o desafio de conduzir os destinos da Sesu e construir com todos vocês esse diálogo importante com o Ministério da Educação. Fiz questão de anunciar aqui e espero que você possa, juntamente com seus colegas, garantir o fortalecimento da autonomia da universidade e a melhoria do orçamento”, disse Camilo, ao fazer o anúncio aos reitores.
O professor Alexandre Brasil (Nutes/UFRJ) confirmou ao Jornal da AdUFRJ, na quinta-feira (20), que permanecerá no MEC. “Recebi um convite do ministro Camilo (Santana) para permanecer no MEC, atuando na Secretaria Executiva. Vou cuidar de projetos estratégicos para o MEC”, disse o professor, que estava na Sesu desde fevereiro do ano passado.
TRANSIÇÃO Alexandre vai cuidar de projetos estratégicos no MEC
Alexandre Brasil chegou ao MEC junto com a professora Denise Pires de Carvalho, no início do terceiro governo Lula, em janeiro de 2023, quando a então reitora da UFRJ foi nomeada para a Sesu. Na ocasião, ele ocupou a Diretoria de Políticas e Programas de Educação Superior. Há um ano, com a ida de Denise para a presidência da Capes, Brasil assumiu a Sesu. “O novo secretário definirá a sua equipe. Estamos numa transição tranquila, visando garantir a continuidade do excelente trabalho desenvolvido na Sesu desde a vinda da professora Denise, sob orientação do ministro Camilo”, completou Brasil.
Graduado em Economia pela UFJF, com mestrado (UFRJ) e doutorado (UFLA) em Administração, Marcus Vinicius David presidiu a Andifes entre 2021 e 2022. Ele foi reitor da Federal de Juiz de Fora de 2016 a 2024.
Ao agradecer a indicação, o professor David enalteceu o trabalho feito por Alexandre Brasil e pediu a colaboração dos reitores. “Recebo essa missão com a consciência da sua complexidade, da sua responsabilidade, mas com a confiança de poder desempenhar um grande trabalho pelo nível de aceitação que tive do meu nome entre os reitores das universidades federais e dentro do próprio Ministério da Educação”.
LUCAS acolhe a filha no leito da maternidade, onde fez o pré-natal - Fotos: Arquivo pessoalRespeito, acolhimento, cuidado. Assim, Lucas Morais, de 27 anos, resume os principais sentimentos que encontrou e compartilhou na Maternidade Escola da UFRJ e no Sistema Único de Saúde. Homem trans, ele realizou o sonho de dar à luz sua primeira filha, Cecília, no dia 12 de dezembro.
Lucas foi o primeiro assistido do programa Transgesta, que busca acompanhar pais gestantes ao longo do pré-natal, parto e pós-parto. Os pacientes são cuidados por uma junta médica multidisciplinar que inclui Obstetrícia, Psicologia, Psiquiatria, Endocrinologia, Nutrologia, entre outras especialidades. “Fui muito bem assistido, com uma junta de profissionais muito qualificados, que me trataram com extrema atenção e respeito”, recorda-se.
Ele conta que a paternidade sempre esteve em seu horizonte, mas o desejo era de adotar, por conta do receio de encarar uma gravidez e o possível preconceito. “Eu pensava em adotar porque não me via gestante. Na minha cabeça, só seria pai desta forma. Quando conheci meu companheiro, a vontade começou a surgir ao brincar com os filhos dele”, conta Lucas. “Começamos a conversar sobre o assunto e a vontade de gestar ficou mais forte”, lembra. “Parei de tomar os hormônios e tentamos algumas vezes, sem sucesso. Então, eu desisti. No dia em que eu retomaria as aplicações hormonais, descobri a gravidez”.
O susto inicial gerou uma avalanche de dúvidas, mas ele resolveu enfrentar os medos e ir ao posto de saúde mais próximo de sua casa, no Santo Cristo. “Cheguei lá e pedi um exame de Beta-HCG (que identifica o hormônio ligado à gravidez no sangue), porque queria confirmar o teste que havia feito em casa. Pela minha aparência masculinizada, a pessoa não compreendeu e me encaminhou para tomar uma vacina BCG”, lembra Lucas. O mal-entendido foi logo desfeito e ele foi encaminhado ao exame correto. “Foi o único incidente deste tipo no posto do SUS”, garante. “Até hoje a equipe de lá me acompanha e à minha filha, nas vacinas, inclusive”, revela. “Todas as enfermeiras são apaixonadas pela Cecília”.
EQUIPE Jair Braga, no centro, fez parte do grupo que realizou o partoDo posto, Lucas foi encaminhado para a Maternidade Escola para realizar ultrassonografias de rotina, pois sua condição de saúde — ele é asmático e utiliza remédios para controlar as crises — exigia um acompanhamento mais intenso do feto. “Minha gestação foi complicada por conta dos remédios e pelo meu trabalho muito intenso”, justifica. “Após a segunda ultra, o dr. Jair (Braga, diretor médico da Maternidade Escola) me telefonou, apresentou a proposta e me perguntou se eu aceitaria ser o primeiro atendido no projeto. Fiquei muito feliz por poder contribuir com essa política pública. Fui muito acolhido”.
Ter sido preparado emocionalmente e psicologicamente para a gestação e para as mudanças que aconteceriam no seu corpo foi um fator fundamental, segundo Lucas. “A minha barba caiu inteira, a minha voz afinou um pouco, o meu corpo passou a ter mais curvas. Mas eu me preparei tanto para isso que essas questões não me incomodam hoje”, avalia. “Sem dúvidas, devo isso ao apoio que se iniciou ainda no posto de saúde”.
PROJETO INOVADOR
O Transgesta é pioneiro no Brasil na atenção especializada a gestantes identificados como transgêneros, travestis, intersexos e não-binários. A primeira maternidade a receber o programa foi a Climério de Oliveira, ligada à Universidade Federal da Bahia. Como a Maternidade Escola, a MCO-UFBA é administrada pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que importou a iniciativa para o Rio de Janeiro. Sete homens já foram atendidos na maternidade baiana desde 2021. Eles deram à luz nove bebês.
Já a ME-UFRJ iniciou o acompanhamento do seu segundo paciente, que preferiu não conversar com a reportagem. Para o diretor médico da maternidade, Jair Braga, especialista em Medicina Fetal e coordenador do Transgesta, participar da iniciativa é uma rica experiência profissional e pessoal. “É um processo de aprendizado não só para o paciente, mas para todos nós. Toda a equipe foi treinada para o acolhimento desse paciente, para que ele pudesse se sentir o mais à vontade possível, sem olhares atravessados, sem ser tratado com preconceito”, avalia. “Cada profissional tem sua importância nesse processo. Todos nós saímos melhores desse projeto, com lições de respeito e de empatia”.
A ME concentra o atendimento especializado para o público de todo o estado do Rio de Janeiro. A regulação, para o médico, é um importante fator que garante o direcionamento da política pública. “Concentrar esses atendimentos e estar oficialmente regulados para receber estes pacientes é um fator de orgulho e pode ter um impacto social muito positivo”, acredita. “Essas pessoas sofrem preconceito, têm seus bebês de forma não direcionada e a ideia é fazer esse acolhimento e acompanhamento o mais humanizadamente possível”.
Ele lembra com carinho do primeiro paciente. “Eu me sinto muito orgulhoso de ter feito parte da equipe do parto. Foi um momento muito emocionante quando promovemos o contato pele a pele do Lucas com a sua bebê e ele decidiu amamentar ainda na sala da cesariana”, recorda o médico. “Houve um atendimento multiprofissional desse paciente. Queremos que mais pessoas tenham essa experiência direcionada”.
O professor Joffre Amim, superintendente-executivo da Ebserh na Maternidade Escola, celebra a iniciativa. “A maternidade, desde sua constituição, assume projetos que se relacionam a transformações sociais e/ou quando essas modificações elevam riscos para uma gestação”, afirma. “Há 15 anos, por exemplo, temos o ambulatório para gestantes pós-bariátricas, que é também uma mudança de perfil social. A sociedade está em evolução e precisamos acompanhar essas mudanças”.
VALE A PENA
Se depender do Lucas, em breve mais um bebê nascerá pelo projeto Transgesta. “Penso em ter mais filhos, dar um irmão ou uma irmã para a Cecília até os meus 30 anos”, planeja. “E com certeza será na Maternidade Escola. A equipe é, de fato, maravilhosa”.
Ele deixa um conselho a outros homens que desejam gestar, mas ainda têm medo do preconceito. “A gestação não é fácil, mas siga sua vontade sempre. Nós, homens trans, temos muitas portas fechadas. Precisamos arrombar essas portas, exigir respeito. É o mínimo que todo ser humano merece”, afirma. “Se for tratado com transfobia, denuncie. Não deixe que tirem seu sonho. A gestação é a coisa mais maravilhosa que o nosso corpo pode nos proporcionar. A gente tem esse privilégio de poder gerar uma vida. No final, tudo vale a pena”.
Por Renan Fernandes
Uma vitória para a UFRJ! Oito subprojetos da universidade foram selecionados na chamada final do edital Recuperação e Preservação de Acervos da Finep e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Ao todo, R$ 15.597.740,45 serão investidos na restauração, pesquisa e divulgação de acervos científicos, históricos e culturais. Os recursos são do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Foto: Fernando Souza“É um compromisso com a preservação do nosso passado, a valorização do presente e o investimento no futuro”, celebrou a professora Christine Ruta, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura. A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PR2) e o Fórum assumiram papel central na articulação da participação da UFRJ no edital. “Mais do que um aporte financeiro, trata-se de garantir às novas gerações o acesso e a continuidade dos acervos de uma das mais importantes universidades do Brasil, assegurando que a UFRJ continue sendo um espaço de produção de conhecimento, cultura e inovação”, completou a docente.
O edital é parte do Programa Identidade Brasil, que busca a recuperação e a preservação de acervos de institutos de ciência e tecnologia. O investimento prevê a modernização de infraestruturas, como a manutenção e a compra de equipamentos e materiais, a implementação de ações para prevenção de riscos ao patrimônio, além da capacitação de pessoal no campo museológico e de gestão.
Dos oito subprojetos da UFRJ aprovados, três são vinculados ao Museu Nacional, dois ao Centro de Ciências e Saúde, dois ao Sistema de Bibliotecas e Informação (SIBI) e um em conjunto ligado à Escola de Belas Artes e à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. “Nosso objetivo foi maximizar a inclusão de diferentes institutos da UFRJ, ampliando o impacto da proposta”, afirmou Ruta.
Os subprojetos de recuperação de acervos histórico e cultural do SIBI e da EBA/FAU terminaram nas duas primeiras colocações em todo o país. O professor Daniel Aguiar, do departamento de Arte e Preservação da Escola de Belas Artes, foi um dos responsáveis pelo subprojeto que vai receber R$ 1.984.858,54. A verba vai possibilitar a compra de um equipamento de fluorescência de raios-x. “Essa técnica é o estado da arte da análise de pigmentos no mundo. Vai colocar a EBA em outro patamar na análise de obras de arte”, disse com otimismo o docente.
Aguiar exaltou a importância dos acervos das duas instituições. “Temos acervos que são de interesse nacional porque contam a história do ensino de arte e de arquitetura no Brasil”, explicou. Localizado no sétimo andar do edifício Jorge Moreira Machado, o museu Dom João VI conta com três mil obras e guarda parte do acervo de obras de arte que a família real portuguesa trouxe para o Brasil em 1808. O projeto prevê a caracterização de aproximadamente 500 obras da pinacoteca do museu.
A EBA é um dos quatro centros de formação em conservação e restauração de bens patrimoniais do país. Para o professor, o novo equipamento pode representar um ponto de inflexão para a escola. “Estamos muito felizes e com a expectativa de ter muito trabalho com nossos alunos e em cooperação com pesquisadores de outras instituições”.
Foto: Arquivo AdUFRJMUSEU NACIONAL
O Museu Nacional receberá um investimento de R$ 5.057.768,55. Dois subprojetos são voltados aos acervos científicos e vão financiar a preservação das coleções de Zoologia, Botânica e Geopaleontologia do museu. O terceiro projeto envolve as coleções de Antropologia, chamadas histórico-artísticas.
“Vamos trabalhar para recuperar o material que conseguimos coletar nos escombros do palácio”, disse o professor Alexander Kellner, diretor do museu. O planejamento ainda prevê a aquisição de novos itens.
Apesar da alegria pela chegada de novos investimentos, o diretor reiterou a necessidade de mais recursos para a reforma dos prédios afetados pelo incêndio. “Vamos entregar uma fase das obras ainda este ano, mas precisamos de verbas para continuar”, pediu Kellner.
O professor tem trabalhado para incluir o dia 2 de setembro — data do incêndio no Museu Nacional em 2018 — no calendário nacional como o Dia de reflexão para os acervos científicos e históricos.
COLEÇÕES ACESSÍVEIS
Kellner comemorou a chegada de novos recursos que vão possibilitar a digitalização dos acervos. “Estamos lutando para recompor nosso acervo, mas de forma diferente da que fazíamos no passado. A criação de um arquivo digital das coleções é um dos pontos principais que todo museu de grande porte procura fazer”.
Tornar os itens do museu acessíveis para um pesquisador em qualquer parte do mundo é um dos objetivos dos projetos. “Uma pessoa, em três ou quatro cliques, pode chegar na coleção e saber exatamente o que o Museu Nacional tem, onde está localizado e como está preservado”, explicou Kellner.
O docente destacou ainda a complexidade e os custos do trabalho de digitalização. “Escanear e fotografar é fácil, o mais difícil é armazenar os dados com segurança. Isso é importante e caro”. A criação de um acervo digital descentralizado é fruto também do ensinamento que a tragédia de 2018 deixou. “Infelizmente, aprendemos muito na dor. A ideia é ter servidores em locais diferentes. Caso aconteça algo com um, os dados estão seguros em outro lugar”, disse o diretor.
A historiadora da arte Juana Nunes, diretora de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica do MCTI, defendeu a digitalização dos acervos como um benefício para a sociedade brasileira. O edital estabelece que os dados dos acervos vão integrar a plataforma do Instituto Brasileiro de Museus. “É uma possibilidade de popularização dos acervos, de garantir o acesso aos pesquisadores e às pessoas que moram longe dos museus”, disse em live sobre a chamada pública. “Manter a memória é a essência de qualquer museu, mas suas atividades educativas de divulgação científica também são fundamentais”, completou.
Renan Fernandes
A AdUFRJ prepara uma série de atividades para celebrar o retorno das aulas de graduação para a maioria dos cursos, em 2025. Uma festa para os professores está marcada para a Casa da Ciência, em 14 de março, às 18h. A data celebra também a inauguração de uma nova edição da exposição fotográfica “Servidores da Sociedade”, com registros de toda a universidade — ano passado, a mostra ganhou elogios por onde passou: no Palácio Universitário, no Centro de Ciências da Saúde e no Nupem, em Macaé. Está previsto também para março o lançamento do curso de alemão para docentes, voltado para iniciantes, com o objetivo de fortalecer a leitura de textos acadêmicos ou de conhecimento geral. E, no mês em que se celebra o Dia Internacional das Mulheres, os docentes receberão de presente um planner com homenagem a 12 personagens femininas que fizeram, fazem e farão história na universidade.
Acolhimento
A festa de boas-vindas promete agitar a Casa da Ciência. A professora Mayra Goulart, presidenta da AdUFRJ, enfatizou a importância de eventos de encontro com os colegas. “A ADUFRJ é um espaço de resistência e luta, mas temos nos esforçado para nos tornar também um espaço de acolhimento, que aumente os laços entre professores de diferentes unidades”, disse Mayra.
A docente destacou que características singulares da UFRJ, como seu tamanho e tradição, podem provocar a sensação de solidão entre os professores. “O caráter centenário e sua magnitude, por vezes, fazem o professor se sentir solitário e perdido nessa imensidão”, disse. A festa é o remédio contra o isolamento. “Esses momentos de socialização podem ajudar no estabelecimento de laços que reduzam esse sentimento”, afirmou a presidenta.
Exposição
Sucesso de público e crítica em 2024, a exposição “Servidores da Sociedade” retorna em 2025. “A exibição dá continuidade à proposta da AdUFRJ de, através de uma exposição itinerante, mostrar ações de professores e técnicos da universidade pública para a sociedade, compartilhando o conhecimento e o desenvolvimento da ciência”, afirmou a professora Nedir do Espirito Santo, vice-presidenta da AdUFRJ e curadora da exposição,
Nedir deu alguns detalhes do que espera o público na Casa da Ciência a partir do dia 14 de março e convidou todos para a mostra. “Junto com a exposição acontecerão atividades interativas nos fins de semana para crianças, jovens e adultos. Queremos manter a Casa da Ciência fervilhando e convidamos colegas e seus familiares para visitarem”.
Planner
A AdUFRJ prepara também cursos de idiomas e presentes para os professores. Em março, serão lançadas duas turmas de alemão instrumental para docentes da UFRJ. O professor José Mauro Pinheiro, doutorando em Linguística na UERJ, é integrante da APA-RIO (Associação de Professores de Alemão do Rio de Janeiro) e colaborador junto ao Círculo de Leitura do Goethe-Institut Rio. “Os alunos não precisam trazer conhecimento prévio da língua para a aula – embora seja sempre bem-vindo. Para aqueles que já se depararam com autores de fala alemã – Freud, Marx, Nietzsche, Heidegger, para citar alguns –, e desejam aprofundar esse conhecimento cultural e linguístico, eis a oportunidade”, disse.
Pinheiro é também professor de inglês da AdUFRJ desde 2023. Em um ano e meio de aulas, o curso já recebeu docentes das mais diversas áreas do conhecimento. “Os alunos debatem, engajam-se nos temas contemporâneos abordados e, com isso, vão se sentindo mais confortáveis com a língua inglesa. É um projeto bem-sucedido e muito enriquecedor para todas as partes”, avaliou o professor.
O mês de luta por igualdade de direitos e oportunidades para as mulheres não vai passar batido. Os professores vão ganhar um planner em que 12 mulheres da UFRJ serão exaltadas. São docentes, estudantes, técnicas e trabalhadoras em destaque, mostrando a contribuição feminina para a produção de saberes desenvolvida na universidade. O planner é uma ótima ferramenta de planejamento para organizar tarefas, compromissos e reuniões.
Fundamentais para o desenvolvimento do país, as universidades não recebem orçamento adequado para a manutenção de suas atividades. O diagnóstico, bastante conhecido dentro da comunidade acadêmica, ganhou uma nova tribuna desde o último dia 9.
A crise financeira das instituições federais de educação superior, com destaque para a maior delas, é o principal tema do artigo “Custos sistêmicos do subfinanciamento da UFRJ e propostas corretivas”, divulgado pelo site Consultor Jurídico. No texto, a procuradora federal Flávia Corrêa Azeredo de Freitas faz um cuidadoso levantamento das dificuldades enfrentadas pela universidade e apresenta algumas propostas de solução para o debate.
Confira a seguir alguns dos principais trechos do artigo, distribuídos em tópicos criados pelo Jornal da AdUFRJ.
Foto: Fernando SouzaO artigo da procuradora Flávia Corrêa foi bem recebido na UFRJ. Ganhou divulgação no site e nas redes sociais da instituição e, durante o Conselho Universitário do dia 13, o reitor Roberto Medronho solicitou a distribuição do link do texto a todos os representantes de docentes, técnicos e estudantes no colegiado.