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Na última quinta-feira, 9, foi lançado o comitê UFRJ do movimento Fora Bolsonaro. A presidente da AdUFRJ, professora Eleonora Ziller, celebrou a unidade construída entre as entidades sindicais e estudantis da universidade, materializada no Fórum de Mobilização e Ação Solidária (Formas-UFRJ). “Acredito que esse comitê dê uma consequência mais radical a essa proposta, consolidando um trabalho que é da maior importância, porque sabemos que somos, como universidade, um dos alvos preferenciais do governo, desde o início”. O evento, liderado pelo Sintufrj, também contou com representantes da CUT e da Fasubra, e de movimentos sociais como o MST e o MTST.
Nesta segunda-feira, dia 13, começaram as eleições para a diretoria e para o Conselho de Representantes do sindicato. E o programa AdUFRJ no Rádio recebeu os candidatos a presidente pelas duas chapas concorrentes: o professor João Torres, do Instituto de Física, pela Chapa 1 (Docentes pela Democracia: em Defesa da Universidade Pública) e a professora Cláudia Lino Piccinini, da Faculdade de Educação, pela Chapa 2 (Esperançar: Universidade Pública e Sindicato Autônomo, Sim!). Os candidatos responderam a perguntas sobre seus projetos e a importância do sindicato na defesa dos docentes, da universidade e da democracia no Brasil. O AdUFRJ no Rádio vai ao ar todas as sextas-feiras, às 10h, com reprise às 15h.
Foto: Luis Macedo/Agência CâmaraO deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA) (foto), relator da reforma administrativa, apresentou texto substitutivo à PEC 32, em que mantém a estabilidade de todos os servidores públicos. No texto original, apenas carreiras típicas de Estado preservariam o direito. O texto do relator também exclui o vínculo de experiência como etapa de concursos públicos, garantindo, assim, a posse de todos aqueles que forem chamados dentro do quadro de vagas. Apesar dos avanços, a reforma ainda é muito nociva ao serviço público. Arthur Maia admitiu a hipótese de desligamento de servidores estáveis que ocupam cargos obsoletos. Neste caso, o servidor seria indenizado e a norma só valeria para os admitidos após a publicação da PEC. O substitutivo acaba com uma série de benefícios. Segundo o texto, ficam vedados, por exemplo: férias superiores a 30 dias por ano; adicionais por tempo de serviço; aumento de remuneração ou de parcelas indenizatórias com efeitos retroativos; licença-prêmio; adicional por substituição, exceto quando houver substituição em função de confiança; progressão ou promoção baseadas exclusivamente em tempo de serviço. O relatório deve ser votado ainda em setembro.
Quem se filiou à AdUFRJ até 13 de julho e está em dia com a contribuição sindical tem direito ao voto. Se você realizou a atualização cadastral, o e-mail foi enviado para o endereço informado. Caso não tenha realizado, a mensagem pode ter sido encaminhada para outra conta, não necessariamente a que você recebe os informes da AdUFRJ.
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Foi encerrada às 17h deste dia 15 a sala de plantão via aplicativo Zoom que auxiliou os professores que não receberam (ou não encontraram) a cédula de votação no e-mail.
Bolsonaro segue em sua escalada autoritária, convocando sua base de apoio para os atos de 7 de setembro. O programa AdUFRJ no Rádio desta semana recebe os professores Eleonora Ziller e Felipe Rosa, diretores do sindicato, para responder se a democracia brasileira está em risco, e para refletir sobre o dilema de ir às ruas enfrentar o golpismo do presidente, em um momento em que a variante delta aumenta o número de casos de covid-19. Na conversa sobre as eleições da AdUFRJ, a importância de um Conselho de Representantes forte para o sindicato. O programa vai ao ar todas as sextas-feiras, às 10h, com reprise às 15h.