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A UFRJ está com uma proposta de política de inovação pronta para ser debatida e votada pelo Conselho Universitário. A informação foi divulgada pela professora Ariana Roder, superintendente de Pesquisa da Pró-reitoria de Pós-graduação, em uma das mesas do Festival do dia 15. A expectativa da docente é que, uma vez aprovado o documento, a universidade possa “potencializar sua capacidade, que já é enorme, nesta área”. O vice-reitor da UFRJ, Carlos Frederico Leão Rocha, destacou a iniciativa: “Nós precisamos normatizar o ambiente inovador dentro da universidade, ainda que a universidade não seja o agente inovador por essência”. Diretor de Tecnologia da Faperj e fundador do Parque Tecnológico da UFRJ, o professor Mauricio Guedes observou que o Brasil ainda está muito atrasado em relação a outros países no quesito inovação.
“Ninguém solta a mão de ninguém”. Este foi o conselho da professora Miriam Struchiner, que coordena o Laboratório de Tecnologias Cognitivas (LTC/NUTES) da UFRJ e atua na área de tecnologia educacional, para os mais de 80 participantes do último Tamo Junto. O encontro, promovido todas as sextas-feiras pela AdUFRJ, teve como tema o PLE, ou Período Letivo Excepcional, e suas implicações para a comunidade acadêmica. A maioria dos docentes presentes participou pela primeira vez da reunião, interessados em entender o funcionamento do PLE e os possíveis recursos educacionais a serem utilizados remotamente. Estiveram presentes, também, professores da UFF e da UERJ com o objetivo de se preparar para os seus respectivos períodos remotos.
“Vamos pensar a tecnologia não só como uma ferramenta, mas como uma linguagem”, sugeriu Miriam. “A ideia é que os alunos possam interagir, de maneira colaborativa. É uma experiência relevante”, explicou. Para a professora, o PLE deve ser construído em parceria com os alunos, já que é uma novidade para todas as partes envolvidas. “Estamos no mesmo barco, há muito a ser construído.”
Miriam acredita que a linguagem configura a experiência do aluno, dessa maneira, “o conhecimento vai acontecendo em redes onde os objetos, estratégias e sujeitos da aprendizagem influenciam na sua formação.”. No contexto virtual, é necessário compreender a inserção da aprendizagem na Cybercultura, explicou a professora. “A cultura digital já está presente na educação mesmo que nós não façamos uso. O contexto torna isso inexorável”.
A Adufrj mantém um convênio com a SulAmérica para oferecer plano de saúde aos filiados. Para mais informações e adesão ao plano, os professores interessados devem entrar em contato com a corretora Ana Carolina pelo telefone 99467-7459 (também é Whatsapp) ou pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. É preciso apresentar: RG e CPF, comprovante de residência e o último contracheque. A tabela atualizada dos valores e da rede médica e laboratorial pode ser acessada AQUI.
“A representação da experiência negra no cinema nasceu em realizações independentes, são questões indissociáveis”, disse Janaína Oliveira, professora de História do Instituto Federal do Rio de Janeiro. Convidada pelo CineAdUFRJ para a segunda sessão da série temática “Racismo e Democracia”, a docente encabeçou o debate sobre Cinema (In)dependente e Negritude, com foco nos filmes “Abolição”, “Orí” e “Do The Right Thing”. “O cinema negro não é só sobre a presença do negro na tela”, afirmou Janaína, que é também pesquisadora no Centro de Estudos Africanos na Universidade de Howard. “Há uma sensação de urgência nesses filmes, pela necessidade de criação de referências”, completou.
ROBERTO PARIZOTTI/FOTOS PUBLICASNo dia 1º de julho, entregadores de aplicativos protagonizaram uma paralisação que desafiou as novas relações trabalhistas. Plataformas digitais que tratam os ciclistas e motoboys como “colaboradores” foram confrontados com reivindicações como melhor remuneração pelas entregas e mais segurança. Manifestações encheram as ruas de várias capitais. Nas redes sociais, a adesão ao movimento também foi grande: a hashtag #BrequeDosApps chegou ao segundo lugar no ranking dos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.