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Os dias 13 e 14 também serão o momento de os professores escolherem os novos integrantes do Conselho de Representantes da AdUFRJ. São 69 docentes candidatos em 31 unidades acadêmicas. Apesar de o número de candidaturas ter reduzido em relação à eleição anterior – foram 82 postulantes nas eleições de 2021 – o número de unidades representadas cresceu 13%, passando de 27 para 31.
As candidaturas se apresentam por listas com, no mínimo, um nome e, no máximo, o dobro do número de representantes que os sindicalizados da unidade podem eleger. A relação depende do quadro de filiados de cada unidade: até 60 sindicalizados, um representante; de 61 a 120 sindicalizados, dois representantes; e mais de 120 sindicalizados, três. As eleições são virtuais e acontecem pelo sistema Hélios. Cada sindicalizado recebeu o link de participação no e-mail de cadastro.
Centro Multidisciplinar de Macaé
Camilla Souza
Leila Bergold
Colégio de Aplicação - CAp
Alice Trindade
Renata Flores
COPPE
Leda Castilho
Sergio Camargo Jr.
Fernando Rochinha
Argimiro Secchi
Edson Watanabe
Albino José Leiroz
Escola de Belas Artes - EBA
Claudia Mourthé
Escola de Comunicação - ECO
Luanda Schramm
Escola de Educação Física e Desportos - EEFD
Ana Célia Earp
Luis Aureliano
Waldyr Ramos
Mariana da Rosa Trotta
Escola de Química - EQ
Ricardo Medronho
Ana Maria Rocco
Maria Alice Coelho
Raquel Cavalcante
Escola de Serviço Social - ESS
Sara Granemann
Gabriela Icasuriaga
Escola Politécnica - Poli
Lavinia Maria Borges
Luiz Wagner Biscainho
Daniel Castello
Fabio Figueiredo
Ricardo Musafir
Faculdade de Educação - FE
Jailson Santos
Faculdade de Farmácia - FF
Kattya Gyselle Holanda e Silva
Giselle Passos
Flávia Carmo
André Luis Guimarães
Faculdade de Medicina - FM
Bruno Reys
Faculdade Nacional de Direito - FND
Eleonora Mesquita Ceia
Julia Franzoni
IFCS
Helga Gahyva
Thais Aguiar
Instituto de Biofísica - IBCCF
Sonia Rozental
Márcia Capella
Instituto de Biologia - IB
Paulo Cesar de Paiva
Sergio Potsch
Fabio Hepp Santos
Instituto de Bioquímica Médica - IBqM
Maria Lucia Bianconi
Pedro Lagerblad
Instituto de Ciências Biomédicas - ICB
Tatiana Lobo Sampaio
Instituto de Economia - IE
Maria Tereza Leopardi
Valeria Lucia Pero
Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC
Artur Monte Cardoso
Instituto de Física - IF
Carlos Augusto Domingues Zarro
Carlos Alfonso Bayona
Thales Azevedo
Instituto de História - IH
Lise Sedrez
Instituto de Macromoléculas - IM
Bluma Soares
Luciana Ferreira
Instituto de Matemática - IM
Leandro Pimentel
Maria Fernanda Elbert
Mariane Alves
Flavia Landim
Instituto de Microbiologia - IMPG
Mateus Godoy
Dirlei Nico
Instituto de Psicologia - IP
Fernanda Bruno
Instituto de Química - IQ
Elis Cristina Eleutherio
Denise Maria Freire
Elisa Cavalcanti
Museu Nacional - MN
Marina Bento Soares
NCE
Carla Verônica Marques
NEPP-DH
Fernanda Maria Vieira
Nupem
Gustavo Camargo
Rafael Costa
Entramos na fase final de nossa gestão. Nos dias 13 e 14, teremos a eleição da próxima diretoria. Foram dois anos exaustivos, de muito trabalho e algumas conquistas relevantes. Em breve, faremos uma edição do Jornal com o balanço detalhado de nossos 24 meses por aqui. Por enquanto, queremos ressaltar a importância do pleito da semana que vem e lembrar que a eleição será virtual por meio do sistema Helios. Podem votar todos os sindicalizados até 14 de julho. Haverá também a escolha dos integrantes do Conselho de Representantes.
A participação de cada professora e professor é fundamental para fortalecer nossa lida por melhores condições de trabalho, pela valorização da carreira docente e pela defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade.
Na última terça-feira, 5 de setembro, na Praia Vermelha, as duas chapas realizaram o primeiro debate. Foi uma discussão profícua, robusta, respeitosa e que explicitou nossos olhares divergentes sobre a UFRJ, sobre a conjuntura política nacional e sobre o sindicalismo. Nas páginas 4 e 5, há um resumo detalhado do encontro, com as perguntas da plateia e as respostas d@s candidat@s.
Em que pese a cordialidade respeitosa que reinou na discussão, nossa diretoria se sentiu instada a elucidar alguns números que não foram detalhados, mas que perpassaram o debate, principalmente na comparação entre o que gastamos com o Observatório do Conhecimento e o que desembolsamos com o Andes. Pois bem, vamos aos dados.
O total de despesas da Adufrj com o Andes entre janeiro de 2022 e julho de 2023 foi de R$ 2.463.307,51, o que inclui cerca de R$ 1.187.000,00 em repasses compulsórios por ano, R$ 115 mil em rateios também compulsórios em Congressos e mais de R$ 500 mil em passagens e diárias para reuniões convocadas pela diretoria do Andes. Só nos últimos 15 dias, foram dois finais de semana seguidos em Brasília, eventos que poderíamos fazer virtualmente.
Por outro lado, nos últimos dois anos, a AdUFRJ gastou R$ 191.974,43 com o Observatório, o que representa cerca de 7% do gasto com o Andes, mas com um retorno evidentemente maior, na nossa avaliação. Alguns exemplos: conseguimos inserção significativa na agenda política nacional sobre educação superior, articulamos e participamos de nove audiências públicas no Congresso (numa delas, inclusive, convidamos o Andes), trabalhamos pela recriação da Frente Parlamentar de Defesa da Universidade e apresentamos um projeto contra a lista tríplice para reitor.
Claro que podemos fazer mais e melhor. E para isso, te convidamos a participar do próximo debate no dia 12, ler os programas das chapas e votar nos dias 13 e 14.
Boa Leitura!
Fotos: Alessandro CostaNa primeira reunião com o reitor Roberto Medronho, a diretoria da AdUFRJ reivindicou a mudança das resoluções da universidade que prejudicam as progressões e promoções docentes. Durante o encontro, no dia 29, o dirigente da UFRJ recebeu da assessoria jurídica do sindicato as explicações que respaldam a demanda.
A mais recente delas é um movimento de revisão das normas pela própria Advocacia-Geral da União, concordando com a progressão múltipla e reconhecendo os efeitos financeiros das progressões a partir da data do requerimento do professor, conforme divulgado na edição anterior do Jornal da AdUFRJ. “A AGU ainda não avançou no tema conforme determina o Poder Judiciário, mas os sinais de que pretende rever as regras são bem-vindos”, analisou o advogado da AdUFRJ, Renan Teixeira. O Poder Judiciário já tem decisões favoráveis aos docentes. Essas decisões entendem que os efeitos financeiros das progressões ocorrem quando o docente cumpriu, no mínimo, 24 meses de trabalho naquele estágio da carreira, e alcançou pontuação mínima para avançar de nível.
A revisão agora sinalizada pela AGU ainda não contempla a interpretação da AdUFRJ, de que a progressão deve ocorrer na data em que o docente fizer jus ao direito, e não na data do pedido em si. Na universidade, após resolução do Consuni aprovada no final do ano passado, os efeitos da progressão ou da promoção só são concedidos a partir da data da aprovação da banca avaliadora.
“A comissão é soberana para dizer se o professor foi aprovado ou não naquele interstício. Se disser não, é não. Mas, se disser sim, está aprovando uma situação que já ocorreu”, disse Renan Teixeira. “O ato de aprovação da banca é a declaração de um direito que o professor já constituiu há anos ou meses”.
O reitor prometeu levar a discussão do tema ao Conselho Universitário. “Precisamos do parecer final da AGU. Podemos deixar as coisas adiantadas na Comissão de Legislação e Normas do Consuni e, depois, colocamos no plenário do colegiado”, respondeu.
A presidente da AdUFRJ, professora Nedir do Espirito Santo, avaliou a reunião de forma positiva: “Vimos o comprometimento do reitor em levar essa revisão ao Consuni assim que chegar o parecer definitivo da AGU”.
MESA DE NEGOCIAÇÃO
Ainda na reunião do dia 29, o reitor reafirmou uma promessa de campanha: a realização de mesas de negociação. “Vamos debater com as entidades de docentes, técnicos, estudantes, e tercerizados, todas as grandes questões da universidade antes de levá-las ao Consuni”, explicou. “Vamos tentar esgotar ao máximo a negociação”, afirmou o reitor. “Teremos as divergências, mas esse é um lugar onde devem vencer os melhores argumentos. Não vamos nos submeter a qualquer atitude de força para evitar que alguma decisão seja tomada. A votação ocorrerá”.
“Nós achamos essa medida positiva. Há o reconhecimento da importância de cada setor na construção da universidade, mostrando uma posição democrática”, avaliou a presidente da AdUFRJ, professora Nedir do Espirito Santo.
O reitor, que é epidemiologista, já tinha um botton
do Zé Gotinha feito pela AdUFRJ, mas pediu mais um.
O broche integra a campanha do sindicato pela vacinação
e está à disposição de todos os interessados na sede da
AdUFRJ no Centro de Tecnologia.
SINDICATO QUER DESBUROCRATIZAÇÃO DOS PROCESSOS FUNCIONAIS
Foto: Kelvin MeloNo dia seguinte à reunião com o reitor Roberto Medronho, os diretores da AdUFRJ encontraram-se com representantes da pró-reitoria de Pessoal. A PR-4 tem assento no Conselho Universitário e pode influenciar a mudança da norma das progressões.
A AdUFRJ reforçou que a UFRJ agora possui o amparo da AGU para revisar as resoluções internas que prejudicam as progressões e promoções docentes. O parecer da AGU ainda não é definitvo, mas reflete uma tendência dos procuradores.
Mas a ideia da AdUFRJ não é ficar só na revisão da norma. Além da revisão da regulamentação, a AdUFRJ quer desburocratizar os processos internos de progressão e promoção. “No IFCS, temos que juntar todos os comprovantes. Até mesmo a portaria de nomeação”, criticou a vice-presidente do sindicato, professora Mayra Goulart.
O professor Ricardo Medronho lembrou que a UFRJ já foi pioneira em informatização das atividades acadêmicas. “Paramos no tempo. Hoje, por exemplo, a UFRN está muito à nossa frente. E não é só ela”.
Assessora da pró-reitora, Maria Tereza Ramos concordou com as observações dos docentes. “É mais um problema de falta de pessoal para desenvolver (esse sistema)”, lamentou.
REQUERIMENTOS
A assessoria jurídica da AdUFRJ também solicitou informações à PR-4 para localizar docentes que tenham direito aos atrasados da ação dos 3,17% (de 1995 a 2001), além de aposentados que teriam direito a retribuição financeira por eventuais licenças-prêmio não aproveitadas quando estavam na ativa.
O segundo debate entre as chapas que concorrem à direção da AdUFRJ acontece na terça-feira, dia 12, às 11h, no Centro de Tecnologia. A sala fica no Bloco D-220. Haverá transmissão ao vivo pelo zoom: https://us02web.zoom.us/j/89332538842.
A gravação do debate ficará disponível na TV Adufrj, no YouTube, após o encerramento.
Fotos: COUA/PU
A Prefeitura Universitária divulgou em seu site as belas imagens da floração de ipês no campus do Fundão. Essas árvores podem ser vistas na avenida Pedro Calmon, próximo à Faculdade de Letras; na Rua Paulo Emídio Barbosa, próximo à Ponte do Saber e à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo; na Avenida Horácio Macedo, entre a Faculdade de Letras e o LADETEC; em frente às quadras de Rugby da Escola de Educação Física e Desportos; e no estacionamento do CCS.