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WhatsApp Image 2020 09 26 at 12.06.05A AdUFRJ manifesta pesar pela irreparável perda do professor Luiz Antonio Machado da Silva, aposentado do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais. Ele faleceu no dia 21 de setembro, vítima da Covid-19. Um dos pioneiros na área de sociologia urbana no país, Machado escreveu importantes obras como “A política na favela” e “Sobre uma sociabilidade violenta”. Foram nove livros publicados e participação em outros 45 livros, além de diversos artigos em periódicos. Vai fazer falta.

WhatsApp Image 2020 09 26 at 11.48.23Difícil eleger um campeão de barbaridades da semana. Os escândalos de corrupção na gestão de Wilson Witzel levaram a Alerj a aprovar o início do processo de impedimento. Bolsonaro contou mentiras grotescas na Assembleia das Nações Unidas. Já o ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou que gays são resultado de “famílias desajustadas”. Faces da mesma moeda.

Reforma administrativa e ataques às jovens universidades foram os temas de debate realizado pela Seção Sindical do Andes na Universidade Federal do Sul da Bahia, dia 17. A presidente da AdUFRJ, professora Eleonora Ziller, participou. “As federais mais jovens são mais vulneráveis. Muitas já estão com reitores interventores nomeados. A reforma administrativa pode transformar essas instituições em cabides de emprego”, disse Eleonora.

WhatsApp Image 2020 09 26 at 11.38.09“Ligar uma câmera e mirar para sua quebrada ainda é algo impressionante,” declarou o cineasta Lincoln Péricles na última sessão do CineAdufrj, no dia 23. A segunda sessão do tema ‘Direito à Cidade’ levou ao debate dois trabalhos de Lincoln:  ‘Aluguel – o Filme’, de 2015 e ‘Filme de Domingo’, de 2020.
O cineasta não se incomoda que seus filmes estejam disponíveis online e sem custo. “Se tem uma coisa que a pequena burguesia faz, é compartilhar processos, e entre nós precisamos fazer isso também. É organização”, afirmou. Lincoln explicou que também possui planos de circular o ‘Filme de Domingo’, lançado este ano, entre coletivos e pessoas que fazem cinema nas periferias. “Estamos vivendo um momento, graças a algumas políticas públicas, de ocupar novos espaços”, lembrou. “Acredito que o cinema serve para reafirmar isso, comunicar de alguma forma para os nossos que é possível”.
O professor Bernardo Oliveira, da Faculdade de Educação, lembrou que hoje em dia, devido à pandemia, as salas de cinema estão fechadas e o streaming virou a grande maneira de assistir filmes. “Quando se fala em produção comercial, ela tem um público-alvo. Como fazer para impulsionar essas produções independentes, para a coisa não só se tornar visível como uma atitude política, mas para você também ter o seu retorno?”, questionou.
Lincoln respondeu de imediato. “Se a Netflix me desse R$ 2 mil para passar meu curta, eu aceitaria. Mas não é meu objetivo. Não faço filme para playboy”, afirmou.
Previsto como um dos palestrantes, o cineasta Adirley Queiroz, que produziu e dirigiu o filme “A cidade é uma só?”, de 2011, teve problemas técnicos e não conseguiu participar do evento.

“As atividades acadêmicas realizadas no PLE (período letivo excepcional) fazem parte do semestre regular 2020.1”. Esta foi a única conclusão a que chegou o Conselho de Ensino de Graduação no dia 18. A aprovação não foi unânime, mas por ampla maioria: 14 favoráveis e 4 contrários. O entendimento se tornou uma “ementa de resolução futura”, como definiu o colegiado.
A deliberação vai nortear as regras que envolverão 2020.1 e 2020.2, como a oferta de vagas, inscrição em disciplinas, obrigatoriedade ou opcionalidade dos períodos, formalização de atos acadêmicos, contagem de carga horária, entre outras questões.
No início do encontro, a presidente da AdUFRJ, professora Eleonora Ziller, fez uma breve fala pedindo que os conselheiros reconsiderassem o intervalo entre os semestres letivos. “Se incluíssemos apenas mais uma semana entre os períodos, seria muito bom para toda a universidade. Evitaria muitos conflitos e litígios e certamente ajudaria neste processo de construção do calendário”, afirmou.

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