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WhatsApp Image 2021 11 09 at 14.51.27A AdUFRJ lançou a série de debates Dois Pontos nesta sexta-feira, 12. A intenção do sindicato de professores da UFRJ é mostrar a diversidade e pluralidade de visões sobre temas polêmicos, e realizar discussões enriquecedoras e respeitosas.
O primeiro assunto foi a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Os dois convidados foram: a professora Carla Luzia Araújo, diretora da Escola de Enfermagem Anna Nery, e o professor Romildo Bomfim, da Faculdade de Medicina e ex-diretor da AdUFRJ.
A Ebserh foi criada pelo governo federal em dezembro de 2011 para gerir os hospitais universitários. Mas, após muita polêmica, a UFRJ nunca votou a adesão à empresa no Conselho Universitário.
Hoje, quase dez anos depois, a Ebserh — que administra 39 hospitais federais universitários — voltou a ser discutida pelas unidades de saúde como uma alternativa possível para a resolução de problemas estruturais.
 No debate,os dois convidados apresentaram pontos de vista diferentes sobre o assunto. A transmissão ocorreu pelo canal da AdUFRJ no Youtube

rádioO programa AdUFRJ no Rádio desta semana recebe Mayra Goulart, professora do IFCS e vice-presidente do sindicato, para discutir os temas políticos da semana. Bolsonaro não vai à COP26 e isola um pouco mais o Brasil no cenário mundial. A política externa do governo está esvaziando o soft power brasileiro. O governo acabou com o Bolsa Família e tenta criar um programa de distribuição de renda para mudar a demografia do voto do presidente em 2022. O programa também destaca a volta das atividades presenciais dos técnicos da UFRJ. O AdUFRJ no Rádio vai ao ar todas as sextas-feiras, às 10h, com reprise às 15h, pela Rádio UFRJ (www.radio.ufrj.br) e também está disponível em seu agregador de podcasts favorito.

51634869165 ada1e257d1 kMembros da CPI da Pandemia entregam o relatório final da comissão ao presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) - Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoApós aprovar seu relatório final, fruto de seis meses de denúncias e revelações que chocaram o país, a CPI da Pandemia iniciou esta semana uma segunda fase: a de cobrar das autoridades a sequência das investigaçõs e a punição dos responsáveis por ações e omissões no combate à covid-19. A cúpula da CPI entregou cópias do documento à Procuradoria-Geral República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Tribunal de Contas da União, entre outros órgãos.
O relatório atribui ao presidente Jair Bolsonaro nove crimes: epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária preventiva; charlatanismo; incitação ao crime; falsificação de documento particular; emprego irregular de verbas públicas; prevaricação; crimes contra a humanidade; e crimes de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo). A CPI também imputa crimes a outras 77 pessoas e duas empresas (Precisa Medicamentos e VTCLog), totalizando 80 indiciamentos.
Três filhos do presidente — o senador Flávio, o deputado federal Eduardo e o vereador Carlos — foram indiciados por incitação ao crime, pela reiterada disseminação de fake news sobre a covid-19. Pelo mesmo crime, a CPI indiciou outros parlamentares próceres do bolsonarismo, como Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP) e Carlos Jordy (PSL-RJ). Os deputados Ricardo Barros (PP-PR) e Osmar Terra (MDB-RS) também estão na lista, sendo que a Barros, líder do governo, são imputados os crimes de incitação ao crime, advocacia administrativa, formação de organização criminosa e improbidade administrativa.
Há também pedidos de indiciamento de ministros (como Marcelo Queiroga, da Saúde), ex-ministros (como Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo), médicos, empresários e um governador — Wilson Lima, do Amazonas.

PluraisForam necessárias quase quatro décadas para a UFRJ apreciar o brilho e a importância de uma de suas estrelas. Mas nesta semana, por unanimidade e aclamação, o Conselho Universitário aprovou o título de Doutora Honoris Causa à historiadora, professora, poeta e ativista Maria Beatriz Nascimento, que dedicou boa parte de sua trajetória acadêmica, na graduação e no mestrado, à UFRJ. “A concessão do título póstumo de Doutora Honoris Causa para a Maria Beatriz Nascimento favorecerá a ampliação do conhecimento de quem dedicou a vida para a análise, além da que vigorava naquela época, da temática de negros e negras no Brasil e da defesa dos direitos das mulheres”, reforça o parecer que sustentou a decisão.

COMUNICAÇÕES ACESSÍVEIS SÃO TEMA DE DEBATE PROMOVIDO PELA UFRJ

O Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva, em parceria com o Projeto de Pesquisa e Elaboração de Comunicações Acessíveis — Projeto ComAcess NCE/UFRJ, promoveu na segunda-feira (25) o debate virtual “Por Uma Comunicação Para Todos – Por Onde Começar?”. O evento se propôs a dialogar sobre a importância da produção e disponibilização de comunicações acessíveis. Participaram a assessora de Inclusão e Acessibilidade da PR-7, Rita Gomes, o técnico de Acessibilidade Audiovisual na Coordcom/UFRJ, Rodrigo Fortes, Sandra de Oliveira, doutora em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, e Tatiane Nunes, pedagoga da Coordenação de Desenvolvimento Educacional e Educação a Distância da ENSP/Fiocruz.

NÚCLEO DE APOIO À PRODUÇÃO CULTURAL ATENDE NA PANDEMIA

Ganhador do Prêmio Ordem do Mérito Cultural Carioca em 2021, o Núcleo de Apoio à Produção Cultural (Naprocult) da UFRJ é um projeto de extensão, criado por servidores técnico-administrativos da universidade, para auxiliar agentes culturais na elaboração de projetos, inscrição em editais, prestação de contas e outras atividades necessárias à execução e realização de suas ideias. Com três anos de existência, a iniciativa já prestou consultoria a mais de mil profissionais da cultura e está passando por um movimento de interiorização de seus serviços. Durante a pandemia, o Naprocult já recebeu fazedores culturais de 17 estados do país, de 36 municípios do estado do Rio de Janeiro e mais de 100 bairros e territórios da cidade do Rio de Janeiro.

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