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rádioO programa AdUFRJ no Rádio desta semana recebe os professores Eleonora Ziller e Felipe Rosa, presidente e vice-presidente do sindicato, para falar do II Festival do Conhecimento. O evento é uma mostra do potencial da UFRJ como lugar de criação e encontro do saber. Os docentes também avaliam a rejeição recorde alcançada pelo presidente Bolsonaro. Pela primeira vez, a maioria da população está a favor do impeachment. O quadro Café com Ciência e Arte recebe o professor Michel Gherman, do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos. Michel explica como uma ampla coalizão derrotou o ex-primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu. O AdUFRJ no Rádio vai ao ar todas as sextas-feiras, às 10h, com reprise às 15h.

ccmnFoto: Arquivo AdUFRJA diretoria da AdUFRJ divulgou esta semana uma nota (veja abaixo) em que volta a se solidarizar com os terceirizados não contratados pela empresa que assumiu o serviço de limpeza do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN).
Na semana passada, o assunto ganhou grande repercussão durante a realização do Conselho Universitário. Existe a suspeita de perseguição política, já que uma das diretoras da Associação dos Trabalhadores Terceirizados da UFRJ (Attufrj), Luciana Calixto, está entre os dispensados e não houve cortes no novo contrato. Ou seja, em teoria, todos os funcionários antigos poderiam ser absorvidos pela nova firma. Os diretores da AdUFRJ esperam que a universidade ajude a encontrar uma solução para o caso.
Decana do CCMN, a professora Cássia Turci observa que a decisão pela não contratação dos terceirizados partiu exclusivamente da nova empresa. “Em nenhum momento houve interferência do CCMN”, afirma. A docente compartilhou com a reportagem do Jornal da AdUFRJ uma instrução normativa do governo, datada de 2017, que proíbe aos servidores públicos praticar atos de ingerência na administração de uma firma contratada.
Luciana ainda está na expectativa de um desfecho favorável, não só para o caso dela, mas para o de todos os colegas não contratados. “Tenho muito orgulho de trabalhar na UFRJ. Aprendi muito na universidade”, diz. A decania do CCMN, a reitoria, a pró-reitoria de Governança (PR-6) e a Attufrj vão se reunir na próxima terça-feira-feira, 20, para discutir o tema.

NOTA DA DIRETORIA DA ADUFRJ

Na quinta-feira passada, dia 8 de julho, fomos informados de que a firma de limpeza que assumiu um novo contrato no CCMN não havia incorporado em seu quadro de funcionários 6 profissionais que já trabalhavam no Centro, algumas há mais de uma década e, entre elas, Luciana Calixto, diretora da ATTUFRJ. Assim como as demais entidades da UFRJ (DCE, SINTUFRJ e APG), nos solidarizamos com o pedido da ATTUFRJ para que fosse apurado se houve alguma forma de retaliação política por sua atuação à frente da representação dos terceirizados. No entanto, é preciso ressaltar que o abaixo assinado que está sendo divulgado por um coletivo de professores contém uma nota da ATTUFRJ lida no Consuni que, apesar de discutida conosco, não foi assinada por nós.
Além da solidariedade imediata, disponibilizamos a ajuda de nosso serviço jurídico.
Ontem estivemos numa reunião com a Decana do CCMN que nos garantiu que a decisão partiu exclusivamente da nova empresa, não havendo nenhuma responsabilidade da instituição nessas demissões e que não existe qualquer restrição ao trabalho que era realizado por elas. Reiteramos nossa confiança que a UFRJ encontre uma solução junto à empresa, pois já durante o Consuni, a reitora também havia se pronunciado sobre o assunto.


O prográdiorama AdUFRJ no Rádio desta semana recebe os professores Eleonora Ziller e Josué Medeiros, diretores do sindicato, para debater os desdobramentos das denúncias contra o governo que surgiram na CPI da pandemia e seus possíveis efeitos na base de apoio do governo, no Congresso e na sociedade. Os docentes também fazem um balanço dos atos de 3 de julho no Rio e em São Paulo e avaliam o superpedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. O programa vai ao ar toda sexta-feira, às 10h, com reprise às 15h.

A campanha contra o governo Bolsonaro continua firme nas ruas. Aproximadamente mil pessoas participaram de um ato realizado terça-feira, dia 13, no Centro do Rio. Após concentração na Candelária, os manifestantes se deslocaram até a Cinelândia. O professor Felipe Rosa representou a diretoria da AdUFRJ no protesto, que chamou a população para participação no ato nacional do dia 24 de julho. “O ato cumpriu bem seu papel de ‘esquenta’ para o dia 24”, disse Felipe.

Fotos: Fernando Souza

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diadacienciaA SBPC celebrou o Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador em um painel virtual com o tema “Os desafios atuais da Ciência no Brasil”. Participaram do painel representantes de diversas entidades da sociedade civil — como Academia Brasileira de Ciências, Andifes, Fórum das Centrais Sindicais, Associação Brasileira de Imprensa, Comissão Arns e CNBB — e mais de 20 deputados e senadores.

Em uma das suas últimas apresentações como presidente da SBPC, o professor Ildeu de Castro Moreira fez um balanço dos principais desafios para os pesquisadores e defensores da Educação e da Ciência no Brasil. “Não faltam desafios. Estamos vivendo um quadro de desmonte orquestrado em várias áreas do Brasil. E por trás desses interesses, ideologias e negacionismos que nos assolam há interesses econômicos fortes e poderosos, que caminham no sentido contrário ao que pretendemos, que é a redução das desigualdades no país”, disse. Ildeu começou o evento apresentando o presidente eleito da SBPC, Renato Janine Ribeiro, que assume o cargo dia 23 de julho.

A professora da UFRJ Ligia Bahia foi uma das participantes do evento, e começou a sua fala celebrando o importante papel das Ciências da Saúde no combate à pandemia. “As Ciências da Saúde tiveram muito o que dizer nesse momento de pandemia. A ampliação do espaço da Saúde no âmbito da Ciência e da Tecnologia foi conquistado em função da valorização da vida”, disse Ligia, que alertou que o movimento no Brasil tem sido no sentido contrário, onde a vida tem sido desvalorizada. Diretora regional da SBPC, a professora defendeu o papel da entidade na liderança em defesa da vida. “Nesse momento é importantíssimo que a gente permita que a SBPC continue atuando na sua inserção e liderança no pacto pela vida”.

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