Accessibility Tools

facebook 19
twitter 19
andes3
 

filiados

Prefeitura da UFRJ não cumpriu a promessa de implantar o Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) na Cidade Universitária até a primeira quinzena de junho. O convênio utiliza policiais em horário de folga no patrulhamento. Kelvin Melo e Elisa Monteiro A Prefeitura da UFRJ não cumpriu a promessa de implantar o Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) na Cidade Universitária até a primeira quinzena de junho. Discutido com o governo federal e a Petrobras desde 2017, o convênio utiliza policiais em horário de folga para reforço do patrulhamento. A data de início foi anunciada em coletiva no dia 23 de maio. O prefeito universitário Paulo Mário Ripper disse, porém, que está acertada com o Comando Geral da Polícia Militar a manutenção do atual número de PMs, igual ao do Proeis, até o início das operações do programa. Questionado sobre o adiamento, Ripper afirmou que o contrato do Proeis ainda está sob análise da Petrobras, que mantém um centro de pesquisas no Fundão e vai custear o programa. Não arriscou nova previsão para a implantação: “Mais importante que a data é garantir este efetivo aqui”, disse, acrescentando que nenhum episódio violento ocorreu na ilha desde então. Em maio, dois professores foram vítimas de sequestro-relâmpago. Ripper reuniu-se com o comandante da PM, Luís Cláudio Laviano, e representantes da Petrobras no dia 12, quando ficou definida a permanência de quatro viaturas e oito homens na proteção do campus. Eles serão pagos pelo Regime Adicional de Serviço (RAS), com recursos do estado do Rio. Os dispositivos de contagem de tráfego, mostrados no último Boletim da Adufrj, foram retirados para análise dos dados e depois voltarão. A Prefeitura da UFRJ está divulgando o Sistema Nacional de Alarmes (Sinal), da Polícia Rodoviária Federal, criado para facilitar a localização de veículos roubados. No site www.prf.gov.br/sinal, o motorista preenche dados sobre placa, modelo e chassi para identificação do carro.

A Adufrj começou a discutir uma campanha para conquistar mais filiados. Pela proposta, divulgada na Assembleia Geral do dia 13, docentes que entraram na universidade a partir de 1º de janeiro de 2013 pagariam alíquotas menores para se sindicalizar. A contribuição mensal começaria em 0,2% sobre o salário bruto e cresceria de forma gradual até 0,8%. Kelvin Melo e Fernanda da Escóssia A Adufrj começou a discutir com os professores uma campanha para conquistar mais filiados. Pela proposta, divulgada na Assembleia Geral do dia 13, docentes que entraram na universidade a partir de 1º de janeiro de 2013 pagariam alíquotas menores para se sindicalizar. A contribuição mensal começaria em 0,2% sobre o salário bruto e cresceria de forma gradual, a cada dois anos, até o patamar atual, de 0,8%. A medida também seria aplicada aos ingressantes do período já filiados à Adufrj. Neste caso, a perda imediata de arrecadação mensal seria de cerca de R$ 20 mil, compensada futuramente com a ampliação da base. A Adufrj tem hoje 3.600 associados. O período a partir de 2013 foi escolhido para contemplar docentes que perderam direitos em comparação com os mais antigos. Ingressaram (ou vão ingressar) em nível inicial da carreira, independentemente da titulação, de acordo com a Lei do Magistério Federal, e já estão submetidos ao teto do regime geral da Previdência Social quando forem se aposentar. A iniciativa da direção busca fortalecer a Seção Sindical diante dos ataques à universidade pública. “Nossa profissão, tal como conhecemos, com ensino, pesquisa e extensão, está sob ataque. Querem replicar o modelo que cria um taxímetro, no qual o professor é só horista”, afirma o professor Felipe Rosa, diretor da Adufrj. Diretor do Andes e professor da FAU, Cláudio Ribeiro divergiu da proposta. Baseado em pesquisa anterior do Andes em várias universidades, observou que a alíquota não é o maior obstáculo à sindicalização. Já a diretoria da Adufrj entende que a situação é diferente na UFRJ: “Muitos colegas dizem que não se filiam por causa do valor da alíquota. Mas estamos iniciando o debate. Não quer dizer que a proposta esteja fechada”, resumiu a presidente da Adufrj, professora Maria Lúcia Werneck. Aprovada para o Instituto de Física, Camilla Codeço não tomou posse, mas já decidiu se sindicalizar. “É fundamental estarmos juntos para fazer as coisas acontecerem”. Lutar por melhores condições de trabalho dos professores, para ela, é o maior desafio do sindicato.   AÇÃO JUDICIAL PARA DOCENTES DO CAp A Assembleia do dia 13 autorizou uma ação judicial para beneficiar professores do Colégio de Aplicação. A Lei do Magistério Federal, de 2012, instituiu o chamado Reconhecimento de Saberes e Competências - RSC, possibilitando que o pagamento de gratificação aos docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico não se dê apenas pela titulação formal. O objetivo da ação é conquistar o RSC para docentes aposentados antes da vigência da lei, com efeito retroativo. Os professores Maria Lúcia Werneck (delegada), Felipe Rosa, Ligia Bahia, Tatiana Sampaio, Cristina Miranda, Regina Pugliese e Luis Acosta (observadores) vão representar a Adufrj no 63º Conad do Andes, em Fortaleza (CE), no fim do mês.   _____ (colaborou Elisa Monteiro)

Uma peça nova chama a atenção de quem passa pelo Parque Tecnológico da UFRJ: lixeiras de plástico destinadas a receber Machismo, Racismo e LGBTfobia. Uma peça nova chama a atenção de quem passa pelo Parque Tecnológico da UFRJ: lixeiras de plástico destinadas a receber Machismo, Racismo e LGBTfobia. As lixeiras são na verdade uma peça da Galeria de Arte a Céu Aberto, instalada no Parque no ano passado, sempre com criações dos alunos da Escola de Belas Artes. Na semana passada foram instaladas mais quatro peças artísticas no Parque. As lixeiras foram criadas pelo aluno Thales Valoura. Perto da lixeira há pedaços de papel para que quem estiver passando escreva ali seus preconceitos e jogue todos no lixo.

Os assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista, Anderson Gomes, completam três meses hoje sem que culpados tenham sido punidos. A Adufrj cobra investigação e questiona: Quem matou Marielle e Anderson? Os assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista, Anderson Gomes, completam três meses nesta quinta-feira, 14, sem que culpados tenham sido punidos. Ainda não se sabe quem são os assassinos nem o que motivou o crime. A Adufrj mais uma vez manifesta solidariedade às famílias de Marielle e Anderson e se junta à sociedade civil na cobrança por investigação. É preciso repetir as perguntas: Quem matou Marielle Franco? Quem mandou matar? Por que mataram Marielle Franco?

Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, o professor Ildeu Moreira recebeu a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria do parlamento fluminense O professor Ildeu Moreira recebeu a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Rio, em nome da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Uma cerimônia, realizada na manhã desta terça-feira (12), homenageou os 70 anos da entidade científica. "Com essa medalha, a Casa espera alcançar com seu reconhecimento desde os novos cientistas, grandes pesquisadores, até os mais altos dirigentes das instituições científicas", destacou o deputado Comte Bittencourt, presidente da Comissão de Educação da Alerj, antes de entregar a medalha ao presidente da SBPC. Dirigentes das universidades, fundações, institutos de pesquisa e entidades científicas participaram da solenidade. Temas como financiamento e desenvolvimento do estado dominaram as falas. “Não existe projeto de país em que as palavras educação e ciência não estejam", enfatizou Ildeu Moreira.

Topo