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Uma aluna da Faculdade Nacional de Direito teve o primeiro caso de sarampo notificado no Rio este ano. O resultado preliminar do exame foi positivo e aguarda confirmação do diagnóstico pelo laboratório de referência nacional da Fiocruz. Depois disso, a UFRJ iniciou ações de prevenção da doença, com vacinação no campus da FND, no centro. Em nota, a UFRJ informou que, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, há quatro casos de sarampo em investigação no estado. O local da provável infecção está em análise. A estudante participou dos Jogos Jurídicos em Petrópolis, no início de junho. A Gerência de Doenças Imunopreveníveis da Secretaria Estadual emitiu alerta sobre a “possibilidade de reintrodução da doença” no estado diante desse episódio. Na FND, técnicos da Secretaria de Saúde aplicaram o protocolo de segurança recomendado, e alunos da turma da estudante foram vacinados na semana passada. Esta semana, a vacinação foi aberta à comunidade acadêmica. Em 2017 a cobertura vacinal do estado para o sarampo em crianças de até um ano de idade foi de 94,8%. A vacina está disponível conforme calendário de vacinação do Ministério da Saúde. O sarampo é uma doença infecciosa aguda, viral e altamente contagiosa. Os principais sinais são: febre alta, conjuntivite, irritação na pele e manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza, dor de garganta. A prevenção é a vacina tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. São duas doses com intervalo mínimo de um mês. Pelo calendário vigente, a tríplice é aplicada em crianças a partir de 1 ano. Quem nunca se vacinou deve tomar a vacina. O mesmo vale para quem não tem certeza se é vacinado.

Trezentos professores participaram do Conselho do Sindicato Nacional (Conad), encerrado no último domingo em Fortaleza. O encontro definiu a agenda do movimento docente para o segundo semestre. As prioridades serão as mobilizações para reverter cortes orçamentários das universidades e a retirada de direitos pelo governo Temer. O Conad reuniu 61 delegados, 210 observadores de 70 seções, além de 32 diretores do Andes, entre 27 de junho e 1 de julho na Universidade Estadual do Ceará. A Adufrj mandou delegação com sete pessoas, escolhidas em assembleia. O encontro de Fortaleza foi marcado pela posse no novo presidente do Andes, professor Antonio Gonçalves. A vereadora Marielle Franco, assassinada em março no Rio, foi homenageada durante o evento no Ceará.

Na sede do sindicato, os representantes dos professores e o pró-reitor de Pessoal, Agnaldo Fernandes, dialogaram sobre a organização, o conteúdo e cronograma do evento O Congresso Universitário proposto pela reitoria foi tema de reunião entre a diretoria da Adufrj e o pró-reitor de Pessoal, Agnaldo Fernandes, no último dia 4. No sindicato, os representantes dos professores e o dirigente universitário dialogaram sobre a organização, o conteúdo e cronograma do evento. O encontro foi resultado do compromisso do reitor Roberto Leher em reiniciar o processo de organização do Congresso, com participação mais efetiva das entidades representativas da comunidade. Na reunião do dia 4, os diretores da Seção Sindical apresentaram as divergências com relação à proposta original. Uma crítica inicial diz respeito à participação condicionada à apresentação de teses. Para o vice-presidente da Adufrj, professor Eduardo Raupp, este dispositivo pode afastar as pessoas do debate: “Queremos que o Congresso seja um espaço de acolhimento”, disse. A diretora Ligia Bahia observou que a discussão poderia se dar por temas: “E que seja um repertório aberto. Sem censura, para estimular a participação”, afirmou. Os professores também cobraram que seja divulgado o Plano de Desenvolvimento Institucional, tido pela reitoria como documento de referência dos trabalhos do Congresso. Também reivindicaram mais informações sobre diversos aspectos da vida universitária, como assistência estudantil, pesquisas realizadas e dados sobre a própria categoria docente. Solicitaram, ainda, que a comissão organizadora tenha uma composição paritária. O pró-reitor Agnaldo disse que enviaria o PDI para a diretoria no mesmo dia e buscaria os dados solicitados para divulgação. Observou que há concordância com a paridade na organização: “Podemos incorporar temas que discutimos aqui. Não achamos que haja diferenças que nos separem”, avaliou. Um novo encontro entre administração central e diretoria da seção sindical para discutir o Congresso Universitário deve ocorrer no dia 11.

Negociação com a Unimed está em andamento. Diretora da Adufrj, a professora Ligia Bahia afirma que o Sindicato não hesitará em buscar os direitos dos docentes na Justiça, se o percentual do reajuste permanecer elevado O professor Paulo Carrilho Soares Filho tomou um susto ao ver o boleto do plano de saúde da Unimed, contratado via Adufrj. O valor anterior, de aproximadamente R$ 1,9 mil mensais, subiu para mais de R$ 2,7 mil. Um aumento de 42,5%. Carrilho, assim como outros docentes, entrou em contato com o Sindicato em busca de orientação: “Aqui em casa, o impacto no orçamento é duplo. Minha esposa, também professora, pagará o mesmo valor”, disse o aposentado do Instituto de Física, de 64 anos. Diretora da Adufrj e especialista em saúde pública, a professora Ligia Bahia afirma que o Sindicato já está negociando com o plano de saúde e não hesitará em buscar os direitos dos docentes na Justiça, se o percentual permanecer elevado.“É um índice muito alto em relação à inflação. Nós não vamos deixar”, disse. Ligia explica que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que não define o reajuste dos planos coletivos, fixou em 10% o índice máximo de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2018 e abril de 2019. Representante da administradora IBBCA, que negocia os convênios para a Adufrj, Miguel Gomes orienta os professores em situação semelhante à de Paulo a não pagar - por enquanto - os boletos, datados para o dia 20. Está em negociação com a Unimed uma forma de baixar o alto reajuste cobrado, que não atingiu todos os professores do convênio. “Os que ingressaram recentemente não sofreram este reajuste”, afirma Miguel. Uma possibilidade é transferir os docentes prejudicados com o aumento abusivo para uma nova apólice, exclusiva da Adufrj (na atual, os professores compartilham o convênio com outros servidores públicos). Pode ocorrer, ainda, a migração para uma apólice já existente da própria Unimed, com valores menores. Em último caso, existe a opção de sair para o plano de outra operadora. O sindicato possui convênios com Bradesco, Amil e Sul América, que não sofreram reajustes tão altos. Os resultados da negociação com a Unimed e as orientações da seguradora serão divulgados nos próximos dias.  

Contatos para informações sobre o plano de saúde

21- 3473-1999 / 3553-2470 / 98463-0886

ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Corretor Miguel

Organizado por 22 entidades, entre elas a Adufrj, evento comemora os 70 anos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e protesta contra cortes em pesquisa Domingo é dia de ciência na Quinta da Boa Vista. Num dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro, a comunidade acadêmica celebrará os 70 anos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com atividades gratuitas das 10h às 14h. “É uma oportunidade para aproximar a ciência da população”, destaca a bióloga Ana Tereza Ribeiro de Vasconcelos, conselheira da SBPC e pesquisadora do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), uma das 22 entidades organizadoras do evento, entre elas a Adufrj. “Será um momento para protestar contra o corte de investimentos de pesquisa”, completa o presidente da SBPC, professor Ildeu de Castro Moreira. “Ciência e a educação são importantes para a soberania e a construção de uma nação mais justa. Queremos chamar atenção para isso”, avalia Fernando Pereira Duda, diretor da Adufrj. O evento lembra outras três datas importantes para os pesquisadores brasileiros: o Dia Nacional da Ciência, Dia Nacional do Pesquisador e os 200 anos do Museu Nacional. O Museu terá entrada gratuita durante todo o dia. Em mais de 30 estandes, o público poderá participar de experimentos científicos (veja  abaixo). O repertório musical ficará por conta de ritmistas da Beija-Flor e rappers da comunidade de Manguinhos. O presidente da SBPC lembra que também será um momento de manifestação contra os cortes de recursos para a pesquisa. “Vamos repetir com força no dia 8 de julho: Ciência não é gasto, é investimento!”, explica Ildeu. PROGRAMAÇÃO Da astrofísica ao DNA, da prevenção da dengue até a melhor forma de lavar as mãos, tem de tudo um pouco na feira de ciências na Quinta. Algumas atrações:
  • Observação do Sol - o público poderá observar o sol por meio de telescópios, com auxílio dos mediadores da feira
  • Que micróbio você é? - os participantes descobrirão com que micróbio (ou microrganismo) mais se parecem
  • Diabetes e Obesidade - atividades lúdicas como “amarelinha da diabetes” e “monte seu prato” vão mostrar a importância da atividade física
  • Ciência em Jogo: mesas de jogos sobre microbiologia e imunologia criados por alunos do Instituto de Microbiologia
  • Conhecendo os mosquitos transmissores de dengue, zika e chikungunya
  • Rap com ciência: das 10h às 12h, apresentações de rappers compondo músicas sobre temas científicos.
  • Apresentação de ritmistas da Beija-Flor: 12h às 14h

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