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WhatsApp Image 2023 08 18 at 12.33.21 2O Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (Nides) comemora 10 anos de fundação. Como parte dos festejos, o órgão suplementar do Centro de Tecnologia vai realizar a aula inaugural do curso de extensão em Construção Naval Artesanal com o navegador Amyr Klink, na próxima segunda-feira (21). A palestra, em parceria com a Associação de Pescadores Livres de Tubiacanga, será no auditório Horto Babosa do CT, a partir das 14h. O evento é aberto ao público, com entrada gratuita.

VAGAS CONCORRIDAS

Dois concursos da universidade atraíram 67.909 candidatos para 282 vagas de técnicos-administrativos. O cargo com maior concorrência é o de Assistente em Administração, que recebeu 24.613 inscritos para 25 vagas. Em seguida, aparece o cargo de Técnico em Enfermagem (Geral), que teve interesse de 10.224 pessoas para 13 vagas. Já os cargos com menores índices de disputa são o de Médico nos perfis Radiologia Pediátrica, com cinco candidatos para uma vaga, e Neurofisiologia para EEG e Neurologia Eletromiografia, com sete candidatos para uma vaga, cada. Todos esses cargos se referem à lotação no Rio. As provas de nível médio serão no dia 3 de setembro. Já as provas de nível superior ocorrerão no dia 10.

366317239 683489710491454 2690167550808708494 nFoto: Bruno Spada/ Câmara dos DeputadosA Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (9) o Projeto de Lei 5384/20, que reformula a Lei de Cotas. Houve três mudanças. A principal é quanto à ampliação das possibilidades para os cotistas. Antes restritos às vagas destinadas aos subgrupos de cotas, agora os estudantes concorrerão às vagas gerais e só se não alcançarem a nota necessária é que concorrerão às cotas.

Além disso, os quilombolas foram adicionados ao sistema de cotas e houve redução da renda familiar per capita para se inscrever no sistema. Agora, o limite de renda é de até um salário mínimo por pessoa da família. Atualmente a renda permitida é de 1,5 salário mínimo. Os deputados mantiveram a reavaliação da lei a cada década.

Diretora da AdUFRJ, a professora Nedir do Espirito Santo considera a aprovação uma importante conquista para todos aqueles que defendem a democratização do acesso às universidades. “O fato de deixar de restringir os cotistas a 50% das vagas tende a aumentar a presença desses grupos no ensino superior, o que é muito positivo”, disse. “Os quilombolas também são um grupo importante e negligenciado por muitos anos. Importante a inclusão”, frisou.

O texto aprovado é o substitutivo da relatora, a deputada Dandara (PT-MG). O original era da deputada Maria do Rosário (PT-RS). O PL segue agora para votação no Senado.

Em maio de 2022, a AdUFRJ se engajou na campanha “Um passo pra dentro e muitos pro mundo”, do coletivo Perifa Connection, da Coalizão Negra por Direitos e do Observatório do Conhecimento. A ação tinha por objetivo sensibilizar a sociedade e os parlamentares sobre a importância da manutenção da Lei de Cotas, cuja revisão estava prevista para o ano passado.

mesaFoto: AndesA primeira reunião da Mesa Permanente de Negociação entre servidores e o governo federal, para tratar da campanha salarial de 2024, não teve avanços. O encontro aconteceu na tarde desta quinta-feira, dia 10, em Brasília. Diferente das reuniões que levaram à construção da recomposição de 9% dos salários, desta vez não houve participação do primeiro escalão do governo.
Os representantes do governo federal informaram que ainda não há uma proposta construída para o reajuste do ano que vem. E estabeleceram que a elaboração de um índice depende da aprovação do arcabouço fiscal, em tramitação no Congresso.
Uma da reivindicações dos sindicatos que representam os servidores do Executivo federal é a equiparação dos benefícios com os servidores dos demais poderes – os funcionários do Legislativo e Judiciário chegam a receber mil reais em auxílio-refeição, ao passo que os do Executivo recebem atualmente R$ 628. Além disso, reforçam que as perdas acumuladas em sete anos superam os 30% para todos os grupos, mesmo depois da recomposição de 9% concedida em maio deste ano.
As propostas apresentadas pelos servidores ao governo foram dividas em dois blocos. O primeiro indica 53,05% de reajuste aos funcionários que tiveram duas cotas de reajuste após a negociação da greve de 2015, divididos em três parcelas: 15,25% em 2024; 19,85% em 2025; e 19,85% em 2026.
O segundo bloco reivindica 39,82% de aumento a quem recebeu quatro cotas de reajuste a partir de 2015, divididos em três parcelas: 11,82% em 2024; 16,29% em 2025; e 16,29% em 2026. Os professores federais compõem o segundo grupo.
“Manifestamos nossa insatisfação com a ausência de proposta e cobramos celeridade na definição de um percentual de recomposição das perdas acumuladas”, criticou o presidente do Fonacate – fórum que congrega as carreiras típicas de Estado –, Rudinei Marques.
O representante do Fonasefe – fórum que reúne os sindicatos nacionais de servidores federais –, David Lobão, considera que a reunião não foi produtiva para o funcionalismo público. “O governo afirmou que a ministra Esther Dweck está batalhando para conseguir um índice de reajuste, mas até agora não há qualquer proposta e nem previsão. Foi uma reunião muito ruim”.
Os docentes universitários federais foram representados pela professora Maria Lucia Lopes, 3ª vice-presidente do Andes. De acordo com a dirigente, o sindicato vai intensificar as ações de pressão pela recomposição das perdas.

WhatsApp Image 2023 08 11 at 14.20.53Após 21 anos, a Associação Brasileira de Normas Técnicas atualizou as regras sobre citações no mês passado (veja quadro). Para entender o impacto das mudanças nos trabalhos acadêmicos, o Jornal da AdUFRJ conversou com Amanda Moura, coordenadora substituta do Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ (SiBI). Confira a seguir:

O que muda para os professores?
Os professores, sobretudo os que ministram disciplinas de metodologia de pesquisa, precisam comunicar os alunos sobre a publicação da atualização da norma, pois ela já está valendo. E procurar a biblioteca que atende o curso para tirar dúvidas é sempre um bom caminho.

A alteração vale também para os professores que estão fazendo mestrado, doutorado (em suas dissertações/teses) e nas publicações em revistas científicas, não?
Com certeza! Quem publica qualquer comunicação científica ou acadêmica que envolve citações deve ficar atento às normas.

Todas as bibliotecárias do sistema já estão a par destas mudanças para orientar professores e alunos?
As mudanças já foram amplamente divulgadas nas mídias e site do SiBI, e nossa rede de bibliotecas está à disposição para qualquer orientação necessária. O Manual Para Elaboração de Teses e Dissertações está sendo atualizado e, em breve, será disponibilizado.

Qual sua avaliação sobre as alterações?
A avaliação geral é positiva, pois a norma anterior não explicava os detalhes das citações com muita clareza. A maioria das mudanças foi para melhor, como o fim da caixa alta para indicação dos autores entre parênteses e a possibilidade de indicar a localização do trecho citado, o que é fundamental em textos que não são paginados. Em termos de trabalho, não muda muita coisa. É só mesmo ter o cuidado de se atualizar sobre as mudanças e ter em mente que os gerenciadores de referências podem não estar atualizados ainda. Pode ser necessário corrigir as citações manualmente.

O que são gerenciadores de referência?
São plataformas ou aplicativos para criação de bibliotecas de documentos de interesse do pesquisador ou aluno, para facilitar as citações e listas de referências. Algumas contam com plugins para citação automática no Word, como, por exemplo, Mendeley, Endnote e Zotero.

A aplicação da regra é imediata?
Os professores precisam ter bom senso com relação aos alunos que estão concluindo seus trabalhos. É quase impossível para alguém que vai defender um trabalho acadêmico em uma semana ou um mês alterar tudo que já estava pronto. É preciso ter essa compreensão e exigir a atualização para quem ainda tem algum tempo para concluir. 

 ja 5280Ministra Esther Dweck - Foto: Joédson Alves/Agência BrasilEm meio às articulações para barrar a PEC 32, da reforma administrativa, surgem mais informações que reforçam a tese de que o Brasil precisa investir mais e melhor no serviço público federal. Levantamento do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) descobriu que nos últimos sete anos quase cem mil servidores se desligaram de seus cargos no Executivo federal. As razões das vacâncias são variadas: mortes e aposentadorias lideram a lista. Em menor quantidade estão pedidos de exoneração. Nenhuma dessas vagas foi reposta nos governos Temer e Bolsonaro.
O ministério mapeou as áreas mais afetadas e com risco para execução de serviços. O estudo apontou uma redução mais acentuada da força de trabalho nas áreas social (-15,7%), infraestrutura (-16%), economia (-7,7%) e governo (-8,7%), entre os anos de 2017 e 2023.
“O MGI está ciente da necessidade de recomposição dessa força de trabalho para implementar as políticas públicas necessárias”, informou a pasta por meio de sua assessoria. “Somente neste ano, já autorizou mais de oito mil vagas para novos concursos públicos”.
Em recente entrevista, a ministra Esther Dweck afirmou que pretende autorizar mais oito a dez mil vagas até o final do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “É difícil dizer qual área está mais carente de pessoas hoje no serviço federal porque realmente houve uma redução muito, muito grande do quantitativo, para além do que seria razoável diante de uma modernização digital”, pontuou a titular da pasta.
A ministra também apontou a importância de modernizar o Estado brasileiro. Hoje, há 10.506 cargos efetivos de nível médio vagos, em funções que já não são mais necessárias ao Executivo, como digitadores, por exemplo. O MGI propôs a transformação desses cargos em outros 6.692 de nível superior. “Há uma redução de quantitativo, porém serão cargos mais qualificados. Estamos modernizando e qualificando o Estado brasileiro para prestar melhores serviços públicos”, justificou.
Na edição passada, o Jornal da AdUFRJ apresentou dados que comprovam que o Estado não é inchado e que a maioria de seus servidores tem média salarial baixa. O levantamento foi realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Releia: https://bit.ly/caemosmitos .

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